O RG do cliente está na galeria do assessor.
Assessor sai, cadastro sai junto. O compliance descobre depois.
Financial OS: do cadastro do cliente ao pagamento do parceiro, num sistema só. Sua marca, sua instância, a custódia segue na corretora.
O cadastro em PDF, a ordem por áudio, o fechamento numa planilha que só uma pessoa abre. Funciona até a rede dobrar.
Assessor sai, cadastro sai junto. O compliance descobre depois.
Ninguém compara os dois todo dia. O desenquadramento aparece na auditoria, meses depois.
Uma célula errada e a discussão come a primeira semana do mês.
O problema nunca é falta de gente competente. É que a operação não tem onde morar.
A sua gestora credencia escritórios, os escritórios têm bankers, os clientes investem pela corretora. O Financial OS é a camada onde tudo isso opera.
Do CPF que o banker digita até a taxa apurada e o parceiro pago.
Taxa e conta já travadas. Ele preenche sem login, do celular.
Seu modelo em Word vira envelope de assinatura eletrônica.
Conta ativa, banker com acesso, unidade em produção. No distrato, tudo volta.
A plataforma puxa a posição na corretora, sem ninguém pedir.
Fora da faixa do perfil vira alerta no mesmo dia.
Taxa, imposto, receita da casa e nota do banker, já divididos.
Da posição diária à cobrança, nada é digitado duas vezes.
Cada um existe porque alguma coisa hoje é feita duas vezes, à mão, ou não é feita.
O banker manda o link na conversa; RG e KYC entram no repositório da casa.
Rota direta ou fila do compliance: quem decide é a casa. Cada envio e assinatura vira evento.
Cada classe tem faixa e tolerância. Fora da faixa entra na fila; muito fora, em ação imediata.
Acima do teto de 20%: resgatar ~R$ 80.000
Acima do teto de 15%, mas dentro da banda: ~R$ 20.000 que entram na fila do asset allocation, não em ação imediata.
Termo de ciência assinado ativo a ativo, com validade que acompanha a posição.
O carrinho recalcula a carteira a cada item e mostra como ela fica depois.
Não é robô: é a mesma plataforma, em versão de celular, aberta pelo próprio WhatsApp.
Taxa apurada dia a dia, dividida entre imposto, casa e nota do banker. Cada linha abre o cálculo.
Patrimônio sob gestão, base de clientes e enquadramento, por banker, unidade e período.
Fundos pelo catálogo da corretora, renda fixa pelo distribuidor, renda variável com cotação ao vivo.
Saldo parado, conta negativa ou notícia na carteira viram oportunidade com a mensagem já escrita.
Aviso obrigatório no login, com prova de leitura por pessoa, unidade e horário.
Em vez de brigar com o canal, o Financial OS abre dentro dele. Mesma base, sem senha nova.
Adoção não se treina, se encaixa. O banker registra porque é o caminho mais curto, não porque alguém cobrou.
Numa rede, o risco não é o dado que falta. É o dado que a pessoa errada enxerga.
Governança não é relatório no fim do mês. É o formato em que a operação já acontece.
O cliente do seu banker abre um link com a sua marca e assina um contrato com o seu papel timbrado.
Não é para quem está montando o primeiro cliente.
Unidades parceiras, repasses diferentes por acordo, e a necessidade de que ninguém enxergue além do próprio escopo.
Carteira comparada com a política todo dia e a exceção documentada quando o cliente insiste.
Dezenas de assessores, centenas de clientes e um fechamento que ninguém consegue auditar.
Não. A Central registra o pedido e o tratamento; a mesa executa na corretora e volta para registrar o resultado. A plataforma é a trilha da ordem, não o roteador dela.
Não. O dinheiro continua na corretora e a plataforma lê posição, extrato e rentabilidade. BTG e XP entram por API; as demais corretoras, por importação de planilha.
Não. Uma instância e uma licença por gestora, com a customização pertencendo àquela instalação.
Ele resolve a conta, a posição e a execução. Não conhece o seu contrato, a sua política, a sua rede nem o repasse do seu banker.
A planilha do escritório sobe clientes, contas, taxas e perfis de uma vez. Ninguém recadastra cliente por cliente.
A hierarquia decide: banker vê a carteira dele, a unidade vê a subárvore, a Matriz vê a casa. O acesso liga no contrato vigente e corta no distrato.
Não. Ele entra por três links públicos: cadastro, renovação de perfil e assinatura. Menos fricção na ponta, mais cadastro completo do outro lado.
Depende da sua base, de quantas corretoras a casa opera e de quantos modelos de contrato existem. Por isso a primeira etapa é um diagnóstico, não uma proposta.
Tem uma pergunta que não está aqui? Leva para o diagnóstico. É exatamente para isso que ele existe.
Uma demonstração sobre o seu caso: a sua rede, o seu contrato, o seu fechamento. Sem pitch, sem obrigação.
Confiança que vira execução.