5 a 50 assessores, crescimento travado.
Você roda dentro de assessoria tradicional e bateu teto — receita por assessor parada, repasse sem subir, custo de operação só crescendo. O modelo te travou, não a sua capacidade.
Você captou o cliente. Você carrega a relação. A assessoria tradicional te devolveu 8 a 12%. Opere como uma Hub Anova sobre gestão patrimonial multibanco, Research, Life Invest, Orquestrador, crédito, backoffice e compliance — e fique com 40 a 70% da receita gerada.
Você faz o trabalho.
O modelo captura o resultado.
É hora de inverter.
Trếs eixos onde o modelo de Hub muda o resultado do escritório. Sem promessa de captação, sem projeção futurista — só repasse, custo e autonomia comparados ao que você roda hoje.
A assessoria tradicional devolve 8 a 12% do que o escritório produziu. O modelo captura o valor porque cobra pelo risco regulatório, monetiza o cliente via rebate e transforma o escritório em ponta barata de distribuição.
Repasse combinado na assessoria tradicional.
Combinado em contrato, calibrado no diagnóstico.
No modelo herdado, o escritório ainda paga a conta das peças que a plataforma não entrega: CRM, research, compliance, TI. No modo independente puro, tudo isso vira seu problema. Como Hub, a stack vem junta — nenhuma camada extra pra construir ou manter.
CRM, research, sistemas, esteira regulatória — pagos por fora.
Backoffice, research, Life Invest, Orquestrador, crédito e compliance incluídos.
O cliente é da plataforma na assessoria tradicional — você só opera. No independente, você tem total autonomia com tudo no seu colo. Como Hub, cliente, marca e relação são seus — a Anova opera só a camada de infraestrutura.
Você opera sob a marca dela. Sai do modelo, perde o cliente.
Cliente, marca, relação e contrato continuam seus. A Anova não aparece na frente.
Tudo que um escritório precisa pra operar gestão patrimonial moderna — sem construir, sem contratar, sem manter. A stack é nossa. O escritório é seu.
BTG, XP, Avenue, Safra, BTG Global, XP Int, IBKR — multi-custódia real.
Casa de análise proprietária. Metodologia Wyckoff reescrita em software.
Atendimento conversacional governado dentro da API oficial Meta.
Clientes, operações, comissões e pipeline em uma tela.
CVM, SUSEP, ANS, BACEN — audit-by-design na execução.
Time dedicado no onboarding e depois. Gente, não ticket.
Anova Hubs não é pra quem tá começando. É pra quem já tem operação, base e leu onde o modelo atual fura. A estrutura faz o trabalho já feito valer mais.
Você roda dentro de assessoria tradicional e bateu teto — receita por assessor parada, repasse sem subir, custo de operação só crescendo. O modelo te travou, não a sua capacidade.
Você atende clientes sofisticados, carrega relação forte — mas opera improvisando entre sistemas. Precisa de backoffice, research, compliance e tecnologia sem construir nada.
Família, sucessão, offshore, consolidação. Serviço premium já entregue — mas a infra operacional consome margem e atenção que deveriam ir pra estratégia.
Quatro etapas. Sem mistério. O primeiro encontro é análise da sua operação, não pitch. Você sai com um número, não com uma apresentação.
Olhamos sua base, modelo atual de repasse e onde o modelo trava o crescimento. Você sai com leitura fique ou não fique.
Apresentamos o repasse específico da sua operação (40–70%, caso a caso) e a projeção de como o escritório fica dentro do modelo.
Responsabilidades claras. Onboarding técnico: acessos, identidade visual, compliance, migração e conexão com as custódias.
Entrada em operação com suporte Anova nas primeiras semanas. O suporte não vai embora depois tá lá quando o mercado vira.
Depende do mix: volume sob gestão, perfil dos clientes, verticais que você vai operar e escopo de suporte. O diagnóstico define o número com precisão pra sua operação não é número tabelado, é combinado em contrato.
Não. A relação comercial, a marca visível e o contato direto continuam seus. A Anova opera a camada de infraestrutura (backoffice, research, compliance, multi-custódia) e aparece nos contratos necessários à regulação. O cliente continua sendo seu, com a sua marca na frente o contrato de parceria é explícito sobre isso.
Dependendo do perfil, caminhos diferentes: sócio com estrutura entra como Hub; consultor individual entra via unidade credenciada. A parte regulatória é tratada no diagnóstico não existe um único "formato mínimo". A gente adapta a estrutura da Hub ao marco regulatório, não o contrário.
Algumas semanas após o contrato: acessos, identidade, migração de clientes e conexão com custódias. Escritórios menores entram antes; estruturas maiores levam mais por ter mais peças pra migrar. Cronograma definido no diagnóstico.
Contratos têm regras claras de saída, combinadas antes da assinatura. Seus clientes continuam seus, a marca continua sua. A camada Anova sai de cena, você migra pra onde quiser. Sem captura de cliente, sem retenção abusiva a parceria só faz sentido enquanto gera valor pra você.
Depende do perfil, não do tamanho. O diagnóstico responde isso com clareza. Se não fizer sentido pros dois lados, a gente diz na primeira conversa.
Uma conversa. A gente olha sua operação, entende o número e responde se faz sentido seguir. Sem pitch, sem obrigação. Você sai com proposta concreta não com apresentação genérica. Se não fizer sentido pros dois lados, a gente diz na primeira conversa.